A sala de operações
de Pernambuco.
Os planos de ação das secretarias entram. Os resultados saem dentro do estado: o que cada plano alcança, município por município, o efeito dele sobre as metas de 2040, e o que fazer para melhorá-lo.
Um plano de 14 anos não cabe numa planilha.
Nenhum painel mostra o estado setor por setor.
Entre o Censo de 2010 e o de 2022, Pernambuco cresceu 3%. Mas 91 dos 185 municípios encolheram, o Recife entre eles. A média do estado esconde o que cada secretaria precisa ver: quem cresce, quem perde gente, onde falta escola, onde a água não chega. E cada plano de ação, hoje, é decidido sem saber o que vai alcançar antes de gastar, nem conferido depois contra o que aconteceu.
Como a sala funciona.
Quatro passos, a cada plano.
Uma sequência, do plano de ação ao plano de 2040. Nada entra sem o seu tipo: observado, modelado com erro, ou planejado.
- 01
O plano de ação entra
A secretaria, o objetivo, o público, o território, o prazo, o orçamento e, quando houver, o edital e o fornecedor. Entra pelo app, pela API ou por uma planilha.
- 02
A sala simula o plano no estado
Sobre a população sintética de Pernambuco, município por município, setor por setor: quem o plano alcança, em quanto tempo, por qual canal, e onde a diferença entre duas versões do plano é ruído.
- 03
O resultado sai dentro do estado
Alcance, prazo, custo por resultado e o efeito do plano sobre as metas de 2040, numa instalação dedicada ao estado, no Brasil. Nada sai do país; o regime é atestado no próprio relatório.
- 04
O veredito volta, com sugestões
A cada semestre, o observado entra e o plano é conferido contra o previsto. A sala aponta o que mudar: onde agir primeiro, que canal, que sequência, o que o histórico de fornecedores e editais ensinou nas ações parecidas.
A base já existe.
E vem com o erro medido.
Tudo o que esta página mostra tem um tipo: observado pelo IBGE, modelado pelo motor com o seu erro ao lado, ou declaradamente planejado.
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Brasil Sintético, release v2.0.0
9,02milhões
Pessoas sintéticas em Pernambuco
Construídas do Censo 2022, do CNEFE, da RAIS, do INEP, do CNES e do Banco Central, com idade, sexo, escolaridade, renda, domicílio e setor. Nenhuma delas é uma pessoa real. modelado
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IBGE, Censo 2022
185municípios
19.571 setores censitários
Cada um com o que o IBGE contou, o que o modelo estima e o erro dessa estimativa naquele setor. observado
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A sala de operações
28rodadas
Um veredito por semestre, até 2040
Cada plano de ação é conferido contra o que aconteceu, município por município, e ajustado na rodada seguinte, não no fim do mandato. planejado
94 municípios cresceram.
91 encolheram.
O Recife entre eles.
Pernambuco inteiro cresceu 3% em doze anos, de 8.796.448 para 9.058.931 pessoas. Por dentro, metade do estado perdeu gente. O Recife foi de 1.537.704 para 1.488.920. Um plano de ação que olha só a média do estado planeja para um lugar que não existe.
A população em 2040, envelhecida ano a ano e com cada município crescendo ou encolhendo pela própria história, está em desenvolvimento. Nenhum número de 2040 vai ao ar antes de o método projetar 2010 e acertar 2022.
A sala, hoje: cada setor
de cada cidade, com o erro ao lado.
O console da cidade mostra cada setor de Recife, Caruaru ou Petrolina: saneamento, distância à escola de cada etapa, distância à saúde, relevo, chuva desde 1981, e o que a população sintética estima, com o erro daquele setor. É sobre esse chão que cada plano de ação é simulado.
A sala, amanhã: um protótipo navegável.
As metas de 2040 no topo, os planos de ação de cada secretaria no quadro, e, para o plano escolhido, o alcance por município, o efeito sobre a meta, as sugestões com a sua origem e o histórico de editais. Os planos são exemplos; a base é observada.
Cada plano de ação,
antes de gastar.
Um plano de ação é uma mensagem que precisa chegar a pessoas e mudar o que elas fazem: matricular, vacinar, se cadastrar, aderir, usar um serviço. A sala simula como ele se espalha pela população sintética, setor por setor, pelos canais que a secretaria escolher, e devolve quem foi alcançado, em quanto tempo, a que custo por resultado, e onde a diferença entre duas versões do plano é ruído.
O mesmo plano roda em Recife e em Petrolina e sai diferente, porque as pessoas e as redes de cada lugar são diferentes. Quando a secretaria tiver dados de uma ação passada, o plano é calibrado neles, e o plano calibrado é do estado.
Os dados que a sala usa,
e de onde vêm.
Três camadas, cada uma com a sua regra. O que é público entra já; o que é do estado entra com acordo, dentro do Brasil; nada do estado entra no modelo público.
-
Públicos, já na sala
A base do estado
Censo 2022 e CNEFE (IBGE), RAIS, Censo Escolar e catálogo de escolas (INEP), unidades de saúde (CNES), relevo, chuva desde 1981, mapa de ruas. Constroem a população sintética e o console da cidade.
no ar
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Públicos, a integrar
Editais, contratos e fornecedores
O histórico de compras e contratações do estado e dos municípios, nos portais nacionais e de transparência: que fornecedor entregou o quê, a que preço, em quanto tempo. É o que permite dizer, para um plano novo, o que ações parecidas custaram e renderam.
a integrar, fase 1
-
Do estado, com acordo
Os dados das secretarias
Matrícula, atenção básica, saneamento, cadastros, execução orçamentária, resultados de ações passadas. Séries agregadas entram já e são o que o veredito semestral precisa; dado identificável, só depois do acordo de tratamento e da instalação dedicada.
com acordo, fase 2
Oito capacidades,
trabalhando juntas.
01/08
- 01
O gêmeo estatístico do estado
Os 9,02 milhões de pessoas sintéticas de Pernambuco, por setor, construídos do Censo 2022, do CNEFE, da RAIS, do INEP, do CNES e do Banco Central. Reproduzível bit a bit a partir das fontes.
no ar
- 02
O diagnóstico setor por setor
Para cada setor, o observado do IBGE e o modelado com o seu erro: idade e sexo, renda, alfabetização, saneamento, a escola e a unidade de saúde mais próximas, relevo e chuva.
no ar
- 03
O cenário de crescimento
O que um bairro ou loteamento novo pede da cidade: moradores, crianças por faixa, escola e saúde mais próximas, água, esgoto, lixo e declividade. Em 8 de cada 10 setores, o erro fica entre 9% a menos e 10% a mais.
no ar
- 04
A simulação de um plano de ação
Como uma mensagem ou um programa se espalha pela população, por setor e por canal, com o contrato de resposta que a secretaria define e o relatório em PDF.
no ar
- 05
A calibração nos dados do estado
Um plano ajustado numa ação passada do próprio estado. Séries agregadas entram já; dado identificável, só depois do acordo de tratamento e da instalação dedicada. Nada do estado entra no modelo público.
no ar, com as regras acima
- 06
Comparar versões e sugerir a melhor
Várias versões de um plano de uma vez: a ordem em cada indicador, a faixa entre as réplicas, quais versões são piores que outra em tudo, e a sugestão de onde agir primeiro, por qual canal, em que sequência.
em construção
- 07
O histórico de fornecedores e editais
O que ações parecidas custaram e renderam, por fornecedor e por edital, nos portais públicos de compras e transparência, ao lado de cada plano novo.
a integrar
- 08
Dentro do Brasil, comprovável
Uma organização em regime governo: nada sai do país, o que usa modelo de linguagem fica desligado, e o regime é atestado pela API e numa linha do relatório. A instalação dedicada ao estado vem antes do primeiro dado real.
decidido, em construção
Como saberemos
se acertamos.
Todo número da sala vem com o erro medido fora da amostra: o motor prevê, e depois se compara com o que aconteceu, por município. É o mesmo mecanismo aplicado a cada plano de ação, a cada semestre, até 2040.
O veredito semestral de cada plano
Cada plano entra com a sua meta e a série que a mede. A cada semestre, o observado entra, e a sala publica, dentro do estado, o previsto contra o realizado, município por município, com o erro. Um plano que desvia aparece na rodada seguinte, não no fim do mandato.
O efeito sobre as metas de 2040
Cada indicador do plano de 2040 tem um valor hoje, a meta que o estado define e a lacuna. A sala mostra quanto cada plano de ação encurta a lacuna, e quanto de fato encurtou, rodada a rodada.
A validação pública do motor
Antes de qualquer plano, o motor já foi medido fora da amostra contra séries reais, estado por estado e município por município, com os erros publicados em docs.brasilsintetico.com/validacao. Pernambuco passa nos testes publicados.
As sugestões de melhoria
Vêm de três lugares: da comparação entre versões do plano (onde agir primeiro, por qual canal, em que sequência), do histórico de ações parecidas (o que custaram e renderam, por fornecedor e por edital), e do veredito das rodadas anteriores. Cada sugestão diz de onde veio.
O que não prometemos
- Uma previsão pontual de 2040. Prometemos cenários com erro medido e um ciclo que corrige cada plano a cada semestre.
- Dado de uma pessoa. O gêmeo é da população; ninguém nele existe. Nenhum dado pessoal do estado entra no modelo.
- Capacidade de escolas e unidades de saúde. Vagas e leitos não estão em nenhuma base aberta; entram quando o estado os trouxer.
- Um número sem o seu tipo. Tudo é observado, modelado com erro, ou declaradamente planejado.
O caminho, em quatro fases.
Cada fase com uma entrega que o estado pode conferir antes da seguinte.
- Fase 0
Demonstração
Recife, Caruaru e Petrolina no console, só com dados públicos. Esta página.
- Fase 1
Piloto com uma secretaria
De três a cinco planos de ação de uma secretaria, simulados antes e conferidos depois contra uma série pública, com o histórico de editais ao lado. Entrega agregada.
- Fase 2
Contrato e instalação dedicada
O acordo de tratamento, a instalação separada no Brasil, os primeiros dados das secretarias, a primeira recalibração.
- Fase 3
A sala em operação até 2040
Todas as secretarias com os seus planos na sala, as metas de 2040 no painel, a rodada semestral de veredito e a revisão anual do plano.
A sala começa
com um plano de ação.
contato@brasilsintetico.com